28 janeiro 2017

Permita-se


Normalmente tenho lemas pessoais para o ano e acabo intitulando eles. Como "o ano da mudança" ou "o ano das primeiras vezes". São lemas que servem de propósitos e que seguem seu curso de maneira literal e metafórica, além de estarem abertos a interpretações.
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Permitir-se é está disposto. É assumir que não sabe fazer alguma coisa, mesmo que simples, e começar a aprender sobre ou a fazer algo ou a pedir ajuda, a ser ajudado, a presenciar coisas que você se negou ou da qual você não gosta e as vezes nem sabe o porque.
Claro que essa frases de efeito não definem como ano vai ser, não significa que "esse ano vai ser diferente", mas que eu faça minha vida diferente a cada dia. Até porque minha noção de tempo não é a mesma sempre.
Tem anos que terminam em novembro ou começa em julho, porque acontece tanta coisa que parece que você entrou num guarda roupa para Nárnia e acabou parando numa cena de Interestelar. Só para ilustrar o nível da coisa.



22 janeiro 2017


Preparar, apontar... madeiraaaaa. << Tô toda errada>>
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Problema: planejar muito as coisas e no fim dar tudo errado.
A gente não pode controlar tudo. Não adianta a expectativa que eu bote, isso só vai servir para me frustrar por não ter atingido o esperado. Porque não importa o quanto eu queira, as coisas acontecem quando tem que acontecer. Isso não significa que depende do acaso.
Funciona como um jogo em que não importa o quanto tente pular de fase, você sempre vai precisar dela para seguir em frente. Ou ainda, como um organismo ou um carro, caso falte uma peça, ele não poderá operar corretamente.
Ou seja, as coisas precisam estar propicias para acontecerem.
[...]
E se não acontecerem, continue em frente. Nem que isso signifique desistir ou voltar.


Oogway: Olhe para esta árvore, Shifu. Eu não posso obrigar a dar flores quando me convém, nem obriga-la a dar frutos antes da hora.
Shifu: Mas há coisas que podemos controlar.
[Chuta a árvore de modo que os pêssegos cair]
Shifu: Eu posso controlar quando a fruta cairá!
[Ele corta um pêssego e joga o caroço para o chão]
Shifu: Eu posso controlar onde plantar a semente! Isso não é uma ilusão, mestre!
Oogway: Ah, sim. Mas não importa o que você faz, essa a semente se tornará um pessegueiro. Pode desejar uma maçã ou uma laranja, mas você terá um pêssego.
Shifu: Mas um pêssego não pode derrotar Tai Lung!
Oogway: [dobrar sujeira sobre o caroço de pêssego] Talvez possa, se estiver disposto a guiá-lo, disposto a treiná-lo e acreditar nele.
Shifu: Mas como? Como? Preciso de sua ajuda, senhor!
Oogway: Não, você só precisa acreditar. Prometa-me, Shifu. Prometa-me que vai acreditar.
Shifu: Eu ... eu vou tentar.
(Kung fu Panda)

Um dos filmes com as melhores frases de reflexão.

Moral da história: Acredite em si e tente fazer o (seu) melhor possível.

07 setembro 2016

Reflexões da noite


Hoje eu to pra escrever, mas não to escrevendo o que eu tenho que escrever. Tenho um prazo, um compromisso e não estou cumprindo ele. Porque passei tempo demais reprimindo minhas escrita espontânea e me forçando a fazer outras coisas que não estão na minha época de fluírem bem. Não adianta eu fazer algo que não está em sintonia, vai sair mal feito ou não sairá nada e eu ficarei insatisfeita.

Mas ao mesmo tempo, eu tenho um compromisso, não importa com o que ou quem seja. É problema meu ter aceitado, é responsabilidade minha, eu estarei falhando comigo mesma. Não é ruim falhar, mas não é bom. Apenas faz parte de um processo. Cujo o produto nunca se sabe até que se chegue lá. Então você chega lá e descobre quem tem mais "la's" para serem chegados. Daí o produto muda de lugar e avança 2 casas, enquanto você retorna 3.

Moral da historia: Saiba as consequências das suas escolhas e se está preparada para encará-las.

17 junho 2016

Autorreflexão sobre fazer as coisas que você quer, simplesmente porque você quer


As vezes eu esqueço que tem um lugar aqui pra escrever. Às vezes escrevo todo dia e não posto nada porque fico corrigindo os erros... Difícil.
Estive pensando sobre Youtube e gravar vídeos... Não necessariamente em ter um canal, só no ato de gravar vídeos como forma de por para fora seus pensamentos, e sobre o que os grandes nomes do Youtube falam: sobre o que querem/ gostam/ sabem. No geral, estive pensando sobre falar do que você gosta pra você mesmo e quem quer que possa se interessar. 
Faça o que você gosta de fazer e da melhor forma possível. Dê o melhor de si no pouquinho que faz, não para os outros, mas para si, para sentir-se satisfeito com o que faz. 
Tenho tendência a desistir das coisas por me sentir pressionada ou por estar fazendo artificialmente algo que deveria ser natural. Mas as coisas dão trabalho, elas exigem atenção e suor. Alguns momentos serão mais tranquilos, outros exigirão mais de você e isso não é motivo para desistir, mas um incentivo para ver no que todo esse trabalho vai resultar. 
Moral da história: Vamos sair dessa zona de conforto, minha filha!