Mini atualização do meu caderno
Bookmarks sobre blogar
Mostly for selfish reasons. I needed a way to keep track of software development over time – whatever I am thinking about or working on. I research things I find interesting, then document my research with a public blog post, which I can easily find and refer to later. Hopefully other people will find these posts helpful, relevant, or interesting. I firmly believe that blogs are a two way conversation, so I welcome email and comments – as long as they're on topic, more or less.
[fonte: Jeff Atwood's about page]
Achei um ensaio do George Orwell através do substrack da Vanessa Guedes (Segredos em Órbita), que conversa com a citação acima.
Por que eu e o George Orwell escrevemos? No ensaio "Por que escrevo", Orwell lista quatro motivações: puro egoísmo, entusiasmo estético, impulso histórico e propósito político. Dos motivos, os dois últimos me moveram a escrever hoje. Mas a maioria das vezes é por puro egoísmo. E nem é por querer ser lida, mas também por querer dar minha opinião sobre k. Dessa forma, vemos que eu não sou muito diferente das pessoas no twitter, comentando qualquer coisa a todo custo, mesmo não sendo sobre elas. A diferença é que eu faço isso no meu próprio blog.
Sobre digital garden e meu blog
Quando eu abri um formulário para sugerirem temas para o BEWA em abril, algumas pessoas sugeriram o tema de digital garden, por causa de uma postagem recente que eu tinha feito sobre o tema. Acabou que eu quase não postei nada mais desde então sobre isso.
Na postagem em questão, eu recebi um comentário que me motivou a fazer esse post para respondê-lo melhor e talvez explicar melhor sobre minha interpretação de digital garden e como eu faço funcionar pra mim, através do blog. Considerando que já faz alguns anos desde que tive contato com esse conceito, acho que posso falar mais agora sobre o assunto.
Reflexões sobre o Medium e o cenário do conteúdo escrito na internet atualmente
Esse texto é uma extensão de um texto anterior: Reflexões sobre o Medium e o resgate de um sentimento perdido na internet
Em uma de minhas jornadas lendo blogs gringos e atualizando minhas bookmarks, achei um texto falando sobre a plataforma Medium, especificamente sobre migrar de lá para um blog. O que me deixou pensativa sobre a impessoalidade de plataformas de publicação de texto, que não são um website próprio.
I realized Medium is really great about surfacing content, but it removes the face of it. It neutralizes all content to basically be author-agnostic. It’s like Walmart or Amazon in that you can buy from thousands of different brands, but you rarely actually know what brand you’re buying…you just know "I got it from Amazon."
Same with content on Medium. Sure, you can see who the author is or what publication it’s on, but ultimately your takeaway is "I read this article on Medium", and that’s not what I wanted.[Why We Transitioned from Medium Back to Our Own Blog, por Josh Pigford]
Reflexões sobre o Medium e o resgate de um sentimento perdido na internet
Bookmark: "O segredo do sucesso criativo é o desequilíbrio"
Será se um dia eu vou finalmente ter escrito o suficiente? Vou chegar num ponto de já ter escrito sobre tudo o que eu queria, ao ponto de não ter vontade de escrever mais sobre nada, só citar um texto que eu já escrevi sobre o assunto, tal como Demerval Saviani faz em seus artigos sobre educação? Acho chique, ao final do artigo, tem uma lista de referências só com textos autorais. Meu amigo que é autossuficiente. Ou será se eu vou cansar de escrever sobre as mesmas coisas e pensar que nada mais faz sentido?
Não são preocupações no momento, mas fiquei pensando sobre, principalmente durante esse BEDA. Ta saindo tudo não conforme o plano e talvez eu esteja no caminho certo de acordo com o título, pois tá tudo totalmente desequilibrado. Do caos, surge a criação. No fim, as coisas tão se encaixando. Pra não dizer que ta tudo uma bagunça, a conquista da semana passada foi ter respondido a todos os comentários, muito fofos, que ficaram acumulados desde março.
Bookmark da Lana: sobre escrita
A lot of artists have created art just because it was in them and they wanted to get it out. Lots of artists like Van Gogh couldn't sell their paintings (especially the ones who were breaking from tradition), and lots of musicians remain in their living and bedrooms and never get heard by the outside world. Sometimes it is just about honing a craft, getting better at it, capturing a moment, etc. In the past, getting published was nearly impossible, but writers kept writing anyway. Today, at least we can self-publish, and put it out in the world. It may get totally ignored, but it is alive and pulsing out there somewhere. [fonte]
O cansaço da pandemia
Todas essas coisas novas estão me deixando completamente exausta. As noites de sono não são mais reparadoras e os momentos de lazer não são mais relaxantes. Eu estou superestimulada e sobrecarregada. As cores estão vibrantes demais, os sons estão muito altos e as pessoas estão exageradamente positivas. E positivas de um jeito estranho: nós queremos viver a vida ao máximo, enchemos a cara e ficamos fora de casa até altas horas, mas também falamos diariamente sobre a morte, escassez e desmotivação. [+ a vida pós-pandemia me cansa demais]
Projeto de escrita [by Lena Black Jack] part. IV
E chegamos ao fim de uma era! YEEEEEH! 👏 Cada etapa foi divertida de construir e me movimentou um pouco, fez eu dar um destino pra algumas coisas engavetadas. Essa última parte me pegou mais tempo, porque sou enrolada mesmo pra decidir. Esses tipos de projetos são bacanas pra inspirar quando você não tem ideia do que escrever, mas quer escrever mesmo assim.
Eu fiquei muito orgulhosa de mim. Se fosse alguns anos atrás eu não conseguiria concluir nem a primeira parte, só de bloqueio criativo. Sinceramente, o que ajuda a escrever é ler, assistir e consumir outras diversas coisas, não em grande quantidade, mas em variedade. Assim você criar um bom repertório pra ser usado nesses exercícios de escrita e outras situações aleatórias.
Projeto de escrita [by Lena Jack Black] part. III
4. Um lugar que gostaria de visitar.
No momento eu gostaria muito de ir pra Belém no Pará, é bem próximo geograficamente e próximo da realidade também. Então é um lugar que eu quero e posso ir em breve.
5. Um poema.(Sem título)Eu que não sei escrever,aprendi logo a cantar.
E de canto em canto,
desenhei minha forma angulosa.Afiada para ninguém tocar,instrumento abandonado.
Projeto de escrita [by Lena Jack Black] part. II
Cara Mia,
Meu costume é de escrever cartas pedindo coisas, mas especificamente para o Papai Noel. Mas acredito que não esteja em posição pra te pedir nada além de desculpas. Eu disse que ia tentar fazer isso dar certo. Não estou tentando de verdade, estou fugindo. Eu quero acreditar que estou tentando melhorar minhas habilidades, mas o certo seria que eu compartilhasse esse processo com você e me sentisse a vontade com isso, não pressionada ou envergonhada de mostrar que sei tão pouco. Mesmo eu sabendo que o pior de tudo não é saber pouco, é não demostrar nenhum interesse em querer saber mais.
Me perdoe a falta de poesia nas frases, eu aprendi que o gênero literário em questão exige uma roupagem mais rebuscada e até apaixonada, porém não tenho muito habilidade em expressar meus sentimentos. Também sei que normalmente é esperado que o remetente deixe algumas perguntas que serão respondidas no retorno. Mas sinceramente, não tenho nada para perguntar. Além de acreditar que não receberei nenhuma resposta sua.
Sei que você não vai esperar por mim pra sempre, então desde já, perdão e obrigada. Espero conseguir retribuir em breve e quem sabe, recuperar novamente sua confiança e intimidade.
Beijos de sua Mon Cher
✍✍✍
3. Descreva um lugar que existe apenas na sua menteEu me lembro pouco do lugar, porque faz muito tempo que estive lá. Faz tempo que não sonho com ele, talvez seja por isso. Esse lugar sempre me reservou muitas aventuras e encontros com seres mágicos. O que eu me lembro é que existe um rio e todas as coisas acontecem à margem dele. Talvez ele seja um rio só, talvez seja a confluência de vários outros. Isso eu nunca descobri de fato. Ele tem uma cor amarelada, a noite ele é preto e viscoso, e por vezes, esverdeia ao refletir as árvores ao redor que escondem mistérios dos quais ainda não fui convidada a viver.
Mais pra cima, depois de uma curva, tem uma pedreira de onde já pulei várias vezes para mergulhar, sua correnteza já me arrastou pra comunidades ribeirinhas indígenas que me ensinaram tudo sobre rituais de iniciação. Já escapei por ele de uma das mansões assombradas instalada em suas margens. Apesar de assobrada é bem acessível por ficar próxima do cais do porto, de onde normalmente eu pego um barco e onde pessoas ficam tomando banho.Ora ele é raso, ora ele é fundo. Ora me afogo, ora mergulho. Ora atravesso, ora sou atravessada por ele e seus seres aquáticos. Bem no fundo da minha mente, existe um rio e tudo acontece nele.
Projeto de escrita [by Lena Jack Black] part.I
O PorceLana recebeu uma indicação para participar de um projeto de escrita idealizado pela Lena 💜. Mesmo se não tivesse sido indicada eu ia me meter a fazer, porque eu rio na cara da minha própria incompetência e me comprometo com coisa que depois não dou conta de terminar 🤡 Mas vai dar certo.
Eu tenho que responder às seguintes afirmações:
- Inspire-se em sua música favorita.
- Escreva uma carta.
- Descreva um lugar que existe apenas na sua mente.
- Um lugar que gostaria de visitar.
- Um poema.
- Escreva uma biografia de alguém que você admire.
- Selecione imagens que tenham a ver com você.









