Novembro recap, 2023: pessoal e musical

L'arc~en~ciel cantando Forbidden Lover  25th L'Anniversary LIVE | 18. 10. 2018

Praticamente todas as postagens do mês de novembro foram programadas, porque eu viajei do dia 14 ao dia 22 e não dava pra simplesmente deixar as coisas se acumulando no rascunho, nesse meio tempo. Então deixei tudo organizadinho desde outubro, quando eu sentei a mão escrevendo bastante sobre tudo, todos os dias do mês, pois vivo de momentos e acho que tudo o que acontece na minha vida merece um post pra si.

Esse mês eu estive obcecada por 3 coisas que resumem o mês inteiro, a primeira delas sendo açaí. Pois a viagem que fiz foi pra Belém, não tomei tacaca por ser alérgica, mas o açaí com peixe frito não me escapou. Agora eu sou uma pessoa apreciadora e degustadora de açaí. Além do peixe frito, eu como só com açúcar e farinha mesmo. Nessa brincadeira, eu bati quase um litro de açaí numa tarde, coisa que nunca em minha vida eu esperaria de mim que mal comia açaí e só prestava se fosse com leite condensado... Agora que eu sei o que é um açaí puro, direto do pé, batido na hora, não quero saber de outra coisa. Se deixar, eu como purinho. Apreendi que o açaí puro não é amargo, nem terroso quando é fresco e batido logo. Fica muito gostoso e pastoso, grossinho, nossa, uma delícia!

A segunda coisa é moda gyaru. Já tem um mês que estou com hiperfoco em moda japonesa e a moda da vez é a Gyaru. Em meio a muita pesquisa, achei vários blogs de meninas gyaru e esse tem sido meu divertimento nos últimos dias. Acho que vou fazer um post sobre isso, linkando blogs e discorrendo um pouco sobre o que percebi e aprendi. Quero muito sentar pra escrever sobre essa minha jornada com moda japonesa em pequenas sessões. 

Por ultimo, eu passei o mês assistido todo tipo de vídeo de "what's in my bag" e, com isso, eu descobri um mundo lindo de nichos. Foram vários vídeos de what's in my bag gyaru, de guitarrista de banda de rock japonesa, bookworm edition, autistic edition, spoonies edition. Mas o que é spoonies? É um termo carinhoso usado para gente que sofre de alguma doença crônica ou distúrbio. Segue imagem abaixo deveras engraçada, devido ao contraste das cores pasteis e o conteúdo de dor e sofrimento 🙂. 

Agora eu passo horas assistindo vídeo de dicas de como sobreviver tendo fadiga crônica, que tem me ajudado bastante, mesmo sem ter nenhum diagnóstico. Faz eu me sentir menos estranha e mais respaldada, por sentir as coisas que eu sinto. Mas num geral, ver como as pessoas organizam suas bolsas, o que é essencial pra elas e tudo mas é muito interessante e me deu ideias do que carregar na minha bolsa também. Percebi que minha bolsa é muito pequena pro tanto de coisa que eu quero carregar dentro...

Partindo do tópico bolsa, para o tópico crochê, eu vi que as coreanas gostam de organizar sessões em saquinhos e necessaires dentro da bolsa. Daí eu aprendi a fazer uns saquinhos bem práticos com uma linha fininha, pra poder guardar meu carregador e fone de ouvido dentro da bolsa. Também tava pensando em fazer mais alguns pra dar de presente no natal, de lembrancinha, por ser bem rapidinho de fazer e tem linha de sobra. Me deixa que eu to natalina.

Também terminei o terceiro susplat e pretendo terminar até o natal, pra poder embalar e dar de presente pra minha mãe, de formar simbólica mesmo. Por fim, chegou minha compra conjunta de clipes de crochê, que a gente usa pra fazer marcações no meio dos pontos e pra não perder contagem. 


Música

Saiu a retrospectiva do spotify e do youtube music, mas eu decidi fazer um post só pra isso, pois gosto muito de falar sobre música. Mas sobre a playlist desse mês eu não tenho muito do que falar. Acho que ela é a mais curta do ano. Achava que com minha viagem pra Belém eu fosse encher a play de joelma, mas a cota Pará ficou por conta da única música do Jaloo, sendo a cota nacional também. Da lista, as duas músicas que eu masi repeti foi o lançamento da Allie X e a side-b do ZeroBaseOne que rendeu comentário no meu Listening Log. Outro destaque vai pra música de metade de espetáculo da Opera Turandot que é minha programação anual de novembro, ouvir ou assistir a ópera faz parte do meu ritual de passagem de um ano pra outro. 

6 comentários:

  1. Saudades de um tacacá viu! Tô longe da minha terrinha (Manaus) e fico só na saudade. Sobre essa moda não conhecia sobre, vai ser legal ler seus posts pra saber mais =D

    Nossa que curioso isso dos tópicos da bolsa!!! Acho que preciso de uma dessas também por conta da ansiedade e dos quase desmaios, tem sempre coisas que eu esqueço de levar comigo. É tipo um "kit primeiros socorros", né? Só que não focado só em remédios e sim coisas que nos ajudam nesses momentos de crise.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Simmm, um kit primeiros socorros mesmo. Tem remédios, "brinquedos", lenços, balinhas e um monte de coisa que acaba ajudando a gente nesses momentos de ansiedade e cia. Coisa que eu nunca tinha me atentado pra botar na minha bolsa também e fazem total sentido. Vou fazer um post sobre isso também kkkk, com indicação de alguns vídeos

      Excluir
  2. Adorei o recap!

    E eu só conheço o açaí doce aqui de São Paulo mesmo, inclusive amo, mas sou muito curiosa pra experimentar o autentico açaí mesmo, puro e batido na hora, com esses outros acompanhamentos.

    http://meumuseuparticular.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  3. Hello, you!

    Menina, olha só a trend que voltou, a WHAT IS IN MY BAG!! Lembro dela lá nos primórdios da internet, no Orkut. XD (Sdds dessa época. *___*)

    E eu sou do time que acha que açaí tem gosto de terra, nem como. :S Mas realmente, sempre dizem que o original, que o açaí raiz, é outro nível!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Simmm é muito antiga e ainda hoje faz muito sucesso, pelo que eu pude ver. Eu tbm era do time da terra, até virar do time que gosta de açaí de fato kk.

      Excluir

Apertar botão do windows + . (ponto) para ter acesso a emojis 😀, kaomojis (❁´◡`❁) e outros simbolos ↺