How did our music reach you, who are far away? How did our small melody created in Korea reach you, who are on the other side of the world? To all those lovers in the world who do not feel like they’ve been given the blessing, We hope our music will comfort you and cheer you up.
We hope you’ll dream the same dream as us.
Essa é a descrição do MV do último solo lançado para o projeto undergrOud idOl, que consistiu em lançamentos produzidos pelos integrantes, com canções abordando várias facetas do amor romântico, em clipes performando diferentes relacionamentos LGBT+ com os próprios integrantes do grupo. Quando tudo começou, justamente no mês do orgulho LGBT, ninguém fazia ideia de como seria tão impactante e explícito. Agora que acabou, eu queria conseguir responder essas perguntas da descrição, sem que virasse um manifesto de vida. Pelo menos um manifesto dos últimos cinco anos acompanhando o Onlyoneof e a indústria do kpop.
Contextualizando: em novembro foi lançado Beat, o quinto solo do projeto que o Onlyoneof começou em Junho de 2022. Em Janeiro de 2023, foi lançado BeyOnd, o último solo, cujo título faz jus a sua descrição ao se referir também aos fãs internacionais, às vésperas da primeira tour mundial do grupo.
Os dois últimos solos do projeto, foram ambientados no contexto escolar, justamente com as duas integrantes mais novas do grupo, Mill e Nine. Um slice of life gostosinho que me gusta. Beat é eletrizante e BeyOnd parece que desmancha na boca, de tão boa. São músicas em que os dois demonstram seus talentos vocais, um rapper e um vocalista. Eu já sei que o Mill canta muito bem, ainda que tenha a posição de rapper, já pude ouvir o desempenho dele em várias outras músicas do grupo. Também sabia que o Nine cantava bem, como um bom vocalista que é, mas eu fiquei muito muito muito feliz com o desempenho deles em seus solos. É diferente, poder ouvir uma música completa na voz de um integrante apenas. É aquela sensação boa de que a música foi feita pro tom de voz dele e pra ele mostrar que consegue.
We don’t easily notice our hearts beating. Once in a blue moon, we feel our hearts beating when we actually put our hands on our hearts. But it’s not like we listen to the sound of our hearts on a regular basis. The thing is though, I genuinely felt my heart beating the moment I saw you.[descrição do vídeo]
Temos referência ao Michael Jackson, a levar uma surra e aos batimentos do coração. Uma palavra, muitos sentidos. Podemos ver que os staff fizeram o favor de contribuir como figurantes que praticam bullying com a gay. Sofrendo preconceito por ser bonita e talentosa, apenas. Inveja porque os marmanjos não sabem desenhar também e falta amor na vida deles. O Nine fazendo o papel do malandro transferido e o Mill de nerd é o melhor formato de casal de BL. Detalhe pro KB fazendo papel de professor/ diretor da escola, pois ele é uma velha de 32 anos.
Acho que de todos os solos, esse é único que termina explicitamente num final feliz. Apesar do Nine tá todo quebrado de levar surra k.
Esse é o momento que BeyOnd e Begin se encontram no meu coração, como as melhores músicas do projeto todo. O início e o encerramento. Eu passei o mês de janeiro todinho ouvindo e meu Spotify viciou, agora toca sozinho como recomendação, paz.
Como eu fico, ouvindo essa música
como eu fiquei, quando saiu a música
Nada na cabeça, só os bastidores de BeyOnd:
O bom é que ninguém vale nada nesse grupo, são todas ridículas e sem autopreservação alguma. Gente como a gente. Graças a deus eles são um grupo pequeno de empresa aleatória, o que acaba permitindo que eles tenham certas liberdades além do incentivo do Jaden para tal. No fim das contas, é ele quem direciona o caminho e os meninos fazem os acabamentos. Ainda bem que eles são todos idols velhos, também, o que evita várias enchições de saco, já basta as acusações sem fundamento de queerbaiting. E viva o amor, viva as gays, viva o Onlyoneof. Amém!





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